Wordpress, Prestashop, Joomla e Drupal Grátis
 Brasil


Total de visitas: 50919
Copa no Brasil

Abertura e encerramento

Na abertura, mais de 80 mil pessoas pagaram para ver o Brasil golear o México por 4 a 0, com dois gols de Ademir Menezes, um de Jair Rosa Pinto e outro de Baltazar.

Era o começo de uma campanha brilhante no Brasil. Até chegar a Final, a Seleção ainda goleou a Suécia por 7 a 1 e a Espanha por 6x1.

Melhor jogador

Alcides Ghiggia                                                                         Se o Brasil tivesse sido campeão, ficaríamos em dúvida para escolher entre Zizinho, Ademir e Jair como o craque da Copa. Mas a vitória uruguaia não deixou espaço para discussões: o grande jogador do torneio foi o atacante uruguaio Ghiggia. Ele foi o único jogador da "Celeste Olímpica" a marcar gols em todos os jogos - fechou a goleada de 8 a 0 sobre a Bolívia na estreia, abriu o placar no empate por 2 a 2 diante da Espanha e fez o 1º uruguaio na vitória sobre a Suécia. O mais importante deles, porém, saiu da final contra o Brasil.

 

O artilheiro

Ademir de Menezes                                                  Combinando chutes precisos e arrancadas sensacionais com a bola, o pernambucano Ademir Marques de Menezes, o "Queixada", foi o maior artilheiro da Copa de 1950. Com o primeiro do Brasil na vitória sobre a Espanha, em que a bola desviou em Parra antes de entrar, ele marcou no total 9 gols - recorde de um brasileiro na mesma Copa que persiste até hoje. Ademir só não marcou no empate por 2 a 2 contra a Suíça, ainda na primeira fase, e na fatídica derrota para o Uruguai na decisão da Copa do Mundo, no Maracanã.

 

Melhor goleiro

Então goleiro do Peñarol, Máspoli não atravessava um bom momento na carreira, mas mesmo assim foi escalado no lugar do titular Pereyra Nattero. Com grandes atuações e apenas cinco gols sofridos, ele não só fez os uruguaios esquecerem Nattero como foi eleito o melhor goleiro da Copa. Na final contra o Brasil, fez importantes defesas e garantiu o bicampeonato mundial para o Uruguai.

 

O logo: não havia

A mascote: não havia

 

Estádios da Copa do Mundo do Brasil

Historia das sedes

A História de Curitiba começou quando os primitivos autóctones do Primeiro Planalto Paranaense foram indígenas da tribo Tingui, da nação Tupi-Guarani. Os primeiros povoadores de Curitiba chegaram no planalto em meados do século XVII em busca do ouro encontrado na região. Esses habitantes primitivos eram provenientes não só de São Paulo, mas também de Paranaguá, onde já haviam sido descobertas jazidas de ouro.

Além da exploração mineral, surgiu a criação de bovinos nos campos e uma lavoura de subsistência (para consumo dos próprios lavradores) nas terras de mata.

Em 1654, foi fundado o povoado de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais. Ficava no local de encontro entre os mineradores e os criadores de gado. Em 1668, foi incorporado a Paranaguá. Em 1693, o povoado foi elevado a vila.

 

A história de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, no Brasil, inicia oficialmente em 26 de março de 1772, quando o povoado primitivo foi elevado à condição de freguesia, mas na verdade suas origens são mais antigas, tendo nascido em função da colonização da área por estancieiros portugueses desde o século XVII. A região, contudo, foi habitada pelo homem desde 11 mil anos atrás. Ao longo do século XIX iniciou seu crescimento, tendo os portugueses contado com o auxílio de muitos imigrantes europeus de várias origens, mais os escravos africanos e porções de hispânicos do Prata.

 

 

A cidade do Recife tem sua origem intimamente ligada à de Olinda. No foral (carta de direitos feudais) de Olinda, concedido por Duarte Coelho em 1537, há uma referência a "Arrecife dos navios", um lugarejo habitado por mareantes e pescadores. O Recife permaneceu português até a independência do Brasil, com a exceção de um período de ocupação holandesa entre 1630 e 1654.

Rio de Janeiro, capital